Olá amigos, tudo bom? Como vocês têm passado? Eu estou bem, mas hoje falarei sobre algo pesado e triste que está acontecendo com as pessoas nesse contexto tão complexo que estamos vivendo: falta de empatia.
Pq resolvi escrever sobre isso? Porque ontem li um artigo do jornalista Reinaldo Azevedo e fiquei muito triste por saber que é verdade. As pessoas não se colocam mais no lugar do outro, estamos cada vez mais egoístas e isso é muito ruim.
Bruno foi exemplo de valentia e elegância, mas à imprensa faltou coragem – 15/05/2021 – UOL Notícias
O que diz o artigo que li e qual a relação dele com empatia?
Em 30 de janeiro Bruno Covas, o prefeito licenciado da Prefeitura de São Paulo, foi a um jogo de futebol no Maracanã para assistir a final da Libertadores com o filho. Ele foi de máscara, respeitando os cuidados que precisamos ter.

Na época, ele já fazia tratamento contra um câncer muito agressivo. Na última semana, o boletim médico informou que sua situação era irreversível, ou seja, nenhum tratamento será feito a partir de agora porque não funcionará, infelizmente.
As pessoas, leia-se aqui jornalistas da maioria dos meios de comunicação, foram muitoooooo agressivos com ele na época em que o mesmo foi assistir o jogo com o filho, poucos o defenderam. Aqui gostaria de frisar que não sei nem qual o partido do Bruno Covas, não me interessa se ele é amigo do Doria ou de qualquer outro, não vem ao caso. A questão aqui é outra: a falta de empatia com o outro.
As críticas eram que ele não deveria ter ido ao jogo, deveria ter ficado isolado. Mas será que ele já estava consciente, ou desconfiava, que aquele jogo poderia ser o último que ele iria? Que seria o último jogo que ele iria com seu filho de 14 anos?

Eu choro imaginando a dor dele quando leu essas mer*** de comentários e críticas. Será que as pessoas não poderiam ter olhado a foto e ver o quanto ele tinha perdido de peso, o quanto ele estava abatido? Será que as pessoas não poderiam ter se colocado na mesma situação e pensado se não fariam a mesma coisa?
“Haaaa, mas ele é político e tem que dar exemplo…”
Sim e ele deu, foi um exemplo de bravura e luta transparente contra essa doença nojenta e triste! Ele foi exemplo e força para todos que tem essa maldita doença! Ele parou de trabalhar pouquíssimas vezes, a imagem dele deitado na cama do hospital despachando com os secretários e vice-prefeito não sai da minha cabeça!
Ele amava o que fazia e com sua inteligência resolveu fazer algo com o filho que deve ter dado uns momentos de alegria!

Assisti uma entrevista dele que dizia que no dia seguinte ao início da quimioterapia ele abriu um jornal e estava estampado que o câncer dele tinha uma chance de cura de apenas 5%.. Ele disse que guardou o jornal para servir de estímulo para lutar e sobreviver!
Será que o jornalista não lembrou que ele lia jornais também? Que o fato da responsabilidade do jornalista contar a verdade para seus leitores, não o exime de ser mais humano? De ter empatia? Para pensar… O Bruno teria buscado artigos sobre seu câncer, não precisava estar na capa de um jornal ou site!
Esse foi um exemplo que posso colocar aqui, mas existem milhares, senão milhões de situações todos os dias que pessoas passam de humilhação e tristeza por não existir empatia.
O ódio nas redes sociais é outro lado dessa falta de empatia, isso machuca muito. as pessoas se escondem atrás de um celular ou computador e falam barbaridades, escrevem comentários horríveis para pessoas que nem conhecem. É sempre bom lembrar: existe outro ser humano, com família e sentimentos, do outro lado da tela.
Outros casos de falta de empatia
Vi o caso de uma youtuber famosa que por motivos de saúde está acima do peso (e mesmo que não fosse por motivos de saúde não seria problema). Ela contou num vídeo que recebeu comentários mega ofensivos sobre a situação do seu corpo, o que a deixou super triste e com vontade, num momento inicial, de desistir do seu trabalho.

Ela deveria fazer uma denuncia e ir atrás desses imbecis, covardes, que escreveram isso. Não pode desistir de um trabalho tão lindo! Porque a pessoa que escreveu tantas besteiras não se colocou no lugar dela? Porque foi tão egoísta e não pensou que a pessoa ficaria machucada lendo os comentários? Cadê a empatia?
Com o nosso blog, posso citar um caso que aconteceu e nos fez desistir de impulsionar os artigos… Como vocês que nos acompanham sabem, eu escrevo artigos e publicava os mesmos nas nossas redes sociais…. Porquê, publicava, no passado? Recebemos tantas críticas, tanta gente nos chamando de “bolsonarista”…Fiquei tão chateada que acabei desistindo e continuando somente com as publicações no nosso blog.
Quando voltarei a publicar em todas as redes sociais? Quando acabar a crise mundial, e eu também estiver menos triste com essa situação. Estamos muito sensíveis com tantas mortes e essa doença que atinge o mundo. Mas sei que estou errada, que deveria continuar com meu trabalho que não prejudica ninguém, pelo contrário, quem me segue sabe que é um trabalho sério e que minha equipe e eu fazemos com muito amor e dedicação!
Para não ficar muito longo, peço que se alguém que não está trabalhando a empatia na sua vida, repense isso e tente se colocar no lugar das outras pessoas sempre que resolver criticar ou julgar.
Que tal refletir e exercitar sua empatia?
Esse artigo é uma homenagem ao Bruno Covas, o qual eu somente sabia que era prefeito de São Paulo e que hoje é uma pessoa que admiro muito, estando vivo ou não, infelizmente, quando da publicação deste artigo. Além disso, para todas as pessoas que se sentiram tristes por terem sido criticadas e julgadas por estúpidos que existem por aí!

Não custa ressaltar: independente de partido, opinião ou qualquer outra coisa, no fim do dia somos todos seres humanos. Temos famílias, sentimentos. Então, bora se colocar no lugar do outro e ter mais empatia!
Amados, fiquem bem e até o próximo artigo! Bjossssss





